QUANDO A CULTURA NÃO FAZ PARTE DA ORDEM NATURAL

No livro Chamamentos, proponho a ordem natural como o melhor lugar/espaço/tempo/estado para fazer nossas escolhas, solucionar problemas, tomar decisões. No entanto, existem culturas que seguem exatamente no sentido oposto, ou seja, promovem a equivocada “fora da ordem”, em que as escolhas, a solução de problemas e as tomadas de decisões só podem dar com os burros n´água.

Pode parecer insano optar pelo que não vai dar certo, mas é o que mais acontece. Duvida? Vou dar exemplos.

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NEM SEMPRE OS PROBLEMAS SÃO VISÍVEIS.

Nada mais temível para os funcionários de uma empresa-desnorteada do que a volta de viagem do seu dirigente principal. Nada mais será como antes: produtos são acrescentados ou retirados do portfólio, novos mercados são implementados e outros desestimulados, trocam-se pessoas, contrata-se novos heróis, abre filial, fecha filial.

O dirigente da empresa-desnorteada tem a maestria de examinar cenários e tendências e identificar oportunidades, arquitetar uma brilhante estratégia para saber que no final nada acontecerá.

Na verdade, na empresa-desnorteada pouco se realiza. Existe muita movimentação mas muito pouca ação. Embora o sistema de informação sobre o mercado esteja funcionando a contento, o sistema interno de decisão funciona de maneira estabanada. Em muitas situações, quando seus dirigentes são por demais arrojados, a empresa-desnorteada cria rombos enormes de caixa por não conseguir compatibilizar risco com retorno.

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A DESCOBERTA DO SER HUMANO.

A forma de organizar a produção durante toda a história do Brasil tem causado graves distorções nas relações de trabalho e na formação do perfil do trabalhador brasileiro. Nos tempos do Brasil Colônia os senhores da Casa Grande criaram as “pessoas-objetos” que eram os escravos. Com o início da industrialização, formou-se o operariado proveniente do campo e as “pessoas-objetos” evoluíram para “pessoas-máquinas” com algumas vantagens como receber salário e jornada de trabalho entre dez e doze horas diárias. A “pessoa-máquina” nada mais era do que a parte da máquina que a própria máquina não era capaz de fazer. E só! Lá estava para trabalhar, e não para pensar, muito menos sentir!

As indústrias cresceram muito e junto com esse crescimento surgiu retumbante a burocracia. A burocracia era uma tentativa de padronizar aquilo que tinha dado certo. Para isso, criava organogramas, descrição de cargos e salários, manuais de rotinas e procedimentos e “pessoas-normas”. Ou melhor, as normas vinham antes das pessoas. O controle valia mais do que a tarefa; o registro mais do que o resultado. Em outras palavras, não havia espaço para ser gente!

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FAVOR NÃO ALIMENTAR AS FOCAS

A era industrial foi marcada pela incansável busca de produtividade. Mecanismos de pressão e controle funcionavam favoravelmente, ainda que gerassem grandes insatisfações no trabalho.

Foi assim. E se você acredita que ainda é assim, não leve a mal, mas você parou no tempo. Essa história tem cem anos e, enquanto ela se perpetua em muitas empresas, outras percebem que as melhores oportunidades não estão nas condições internas de trabalho voltadas prioritariamente a fazer mais com menos.

Descobrem, então, a existência de um novo insumo para geração de resultados: as ideias. São elas capazes de criar novos mercados, novos produtos e serviços, novas abordagens e processos. São decorrentes de um exercício fundamental, o da criatividade.

Mas, onde está a criatividade?

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QUAL É A ÂNCORA DA SUA EMPRESA?

Política em polvorosa, rebuliço na economia, dólar e preços descontrolados! Bons motivos para sentir aquele friozinho na barriga.

Muito bem, marinheiro, não dá para deixar de navegar. A viagem continua a despeito dos maremotos e fenômenos sísmicos. O que fazer diante dessas turbulências? Aí está a importância de uma âncora. O velho Aurélio reconhece âncora como proteção, amparo, arrimo e abrigo, além de outras definições. Isso posto, qual é a âncora da sua empresa?

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O TOQUE FEMININO NOS NEGÓCIOS

Sem dúvida, as mulheres estão cada vez mais presentes no mundo dos negócios. Não era assim há vinte anos atrás. Lembro-me da presença maciça dos homens em minhas palestras e cursos. Hoje, os auditórios são bem equilibrados na composição entre homens e mulheres. Mas a realidade aí está e é irreversível: as mulheres chegaram! Estão cada vez mais presentes nos cargos de gerência nas organizações e empreendendo novos negócios. E, para espanto de alguns homens que acreditam que empreender é um esporte masculino, as mulheres estão se dando muito bem.

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DIVERSIDADE PARA LIDAR COM AS ADVERSIDADES

Diversidade é uma palavra que faz parte da moderna literatura de negócios. Nesses anos todos, mudaram os fins e, de maneira mais contundente, mudaram os meios. O ambiente é mais competitivo e confuso e as empresas contam com um arsenal muito mais poderoso. A tecnologia da informação é uma dessas armas de alta potência.

Já não existe uma relação direta entre crescimento econômico e emprego, e entre produto interno bruto e inovação, para desespero dos economistas e contabilistas.

Alguns embates continuam e serão mais acirrados:  pragmatismo e humanismo; valores materiais e valores virtuosos; capital financeiro e capital intelectual; mão-de-obra e equipe de alto desempenho.

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SOLUCIONE A CRISE DE COMPROMISSO NA SUA EMPRESA

Sonhos não realizados, planos não implementados, projetos inacabados, objetivos não atingidos, metas não alcançadas!

“Onde foi que errei?”, esta é a pergunta que o líder abatido faz a si mesmo. Diante desse, e de outros questionamentos, o líder imagina um rol de culpados: a negligência, a preguiça, o desinteresse, a desmotivação.

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CRIE UMA EQUIPE VENCEDORA

Você gostaria de ter uma equipe de trabalho formada por vencedores? Penso que a resposta óbvia seja um assertivo sim. Vencedor lembra vitória, que lembra disputa, que lembra duelo, ou rixa, ou competição e todas essas palavras remetem a ganhadores e perdedores. Aí está o problema: muitos líderes estimulam a competição na crença de estar desenvolvendo uma equipe de vitoriosos. Mas não é isso o que geralmente ocorre.

Compare uma corrida de cavalos a uma maratona. Numa corrida de cavalos, somente alguns se classificam, os demais são “os demais”. Numa maratona, aqueles que conseguem chegar ao final são os vencedores e o propósito de cada um é melhorar a performance individual.

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EQUIPE DE ALTA PERFORMANCE – PARTE 2

Muitos estudos foram feitos na tentativa de descobrir o que as pessoas querem no trabalho. Quando o assunto é realização pessoal, Maslow é sempre lembrado. Afinal, é dele o termo autorrealização, para definir o estágio máximo que uma pessoa pode atingir no ambiente de trabalho. Nesse estágio, o indivíduo estará pleno, feliz e, portanto, na sua melhor condição de empenho e desempenho.

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