SER VULNERÁVEL É UMA SABEDORIA

Invulnerável é aquele que não pode ser ferido, nem fisicamente nem moralmente. Sim, pois pela posição hierárquica, está acima de qualquer ataque ou crítica. Sobretudo, não se deixa atingir, pois é alguém com quem não se pode discutir. Quem nos oferece essas definições é o filólogo e enciclopedista brasileiro Antônio Houaiss.

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AUMENTE OS RENDIMENTOS 1% AO DIA

Investidores estão sempre em busca das maiores taxas de retorno. Para isso, vasculham opções de renda fixa, variáveis, fundo de ações, bolsa de valores. Qualquer taxa de 1% a mais é muito bem-vinda.

Existe, porém, um investimento que é o maior de todos: aquele que fazemos em nós mesmos, ou seja, capaz de nos tornar seres humanos melhores. Calcule que essa seja a busca de todo vivente: evoluir diariamente 1% ao dia!

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TEM MUITA GENTE QUE FALA INGLÊS E ESTÁ SEM TRABALHO

Eu conheço e você, também. Tem muita gente desempregada e que fala inglês. Aprendeu uma nova língua, mas percebe que não é um passaporte seguro para obter uma vaga no mercado de trabalho. Depois de algumas tentativas sem êxito aposta que será mais bem recebida em terras compatíveis com o idioma. É bem provável, no entanto, que as mesmas razões pelas quais não consiga trabalho por aqui se repetirão por lá. E ainda com mais dificuldades.

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OUSE CRIAR BELEZA

“As coisas que não existem são mais bonitas”, poetizava Manoel de Barros. Um viva à utopia!

Acho bonita a empresa ética, humana e próspera. E quem consegue juntar essa tríade virtuosa em um projeto empresarial. A liderança cuja gestão é baseada em valores virtuosos. Entre outros, valores como atenção, bondade, coerência, colaboração, comprometimento, confiança, dignidade, fé, cordialidade, humildade, perseverança, solidariedade. Ao fazê-lo, consegue aflorar os mesmos valores em todos aqueles que, com ela, fazem negócios.

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RELACIONAMENTOS ATRAPALHAM DECISÕES

Concorda? Duvida? Então pense em quantas vezes deixou de tomar determinada decisão ou resolveu algo de maneira menos adequada apenas para não frustrar as expectativas dos outros, evitar ressentimentos ou até mesmo não sentir culpa.

Se acontece com você, então penso que está de acordo com a epígrafe. Mas os relacionamentos não deveriam atrapalhar a tomada de decisões. Sabe por que essas coisas se repetem e parecem “normais”? Porque misturamos as estações, ou melhor, misturamos decisões com relações. Quando dizemos não – e essa, às vezes, é a melhor decisão a tomar – a negativa é para a decisão, não para a pessoa que apresentou a sugestão.

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PARA IR AINDA MAIS FUNDO

A era industrial acabou, mas ainda permanecemos muito ligados às máquinas. Estamos rodeados delas: o som das sirenes, a luz dos semáforos, o movimento das escadas rolantes, a marcação dos relógios, o ruído dos rádios, a banalidade das televisões, e, no entremeio, o toque do celular ou a consulta intermitente às suas informações durante o dia todo.

Em outras palavras: saímos da era industrial, mas a era industrial não saiu da gente.

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A COR DOS SEUS OLHOS PODE SER REVELADORA

O que dá cores ao nosso olhar?

Sim, não temos o mesmo olhar o tempo todo. Aliás, ele muda até durante o dia. O matinal é diferente do crepuscular. A incidência da luz muda a paisagem. Como os olhares, também se alteram nossos pensamentos e sentimentos.

O mesmo vale para a observação de uma obra de arte, como uma tela de Van Gogh ou de Matisse. O que suscitam depende de quem as observa. E mesmo do momento em que cada um as contempla, pois as reações individuais podem ser bem distintas.

O que dá cores ao nosso olhar?

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A FORÇA DO PROPÓSITO

Este é o título da matéria de capa da Exame, na edição – já nas bancas – de primeiro de maio próximo. O complemento é instigante: “A ciência mostra que enxergar significado no próprio trabalho, algo cada vez mais escasso em todo o mundo, torna as pessoas mais saudáveis e produtivas. E é o caminho para uma vida plena e mais feliz”.

O sentimento é de satisfação ao saber que a mais importante revista de negócios do país resolveu dar destaque a um tema que nós, na Metanoia, tratamos há duas décadas.

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RESULTADOS EM CENÁRIO DE COOPETIÇÃO

Quando diz “resultados”, você sabe mesmo do que está falando? Talvez até se ofenda com essa pergunta. Afinal, trata-se de uma das palavras mais faladas e consagradas nas empresas e das poucas que não saíram de moda, nessa mudança de eras.

Quem sabe você pense que estamos simplesmente complicando o óbvio. Afinal, resultado é aquilo que resulta. Tão elementar, assim à primeira vista. Mas aí é que está a questão: sim, resulta, mas do quê? Oras, das ações decorrentes de decisões e, estas, resultam das informações e percepções que cada um tem da realidade. Então… agora as coisas se complicam mesmo, pois todos têm acesso às mesmas informações, mas cada um de nós tem percepções muito próprias.

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MUDAR É PRECISO?

Mudar é preciso! Até aí nada de novo. As empresas necessitam mudar por vários motivos. Quer seja pelos baixos resultados, quer seja para um melhor posicionamento no mercado, quer seja para lançar desafios à equipe. Se as coisas vão mal, é preciso mudar. Se bem, ainda assim é preciso mudar. O contrário da mudança é a estagnação.

Nessa altura, o leitor deve estar questionando para onde vai toda essa conversa sobre mudança que, aliás, trata-se de uma velha cantilena nos meios organizacionais. Pois bem! Quero convidá-lo a uma reflexão sobre um aspecto pouco considerado e que talvez explique as dificuldades enfrentadas em processos atuais de mudanças.

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