ESQUIZOFRÊNICO, EU?

Somos pessoas! E, cada um de nós, mais de uma, para complicar ainda mais as nossas relações. Segundo o renomado psicólogo William James, criador do conceito de pragmatismo, individualmente somos, no mínimo, três diferentes pessoas: aquela que pensamos que somos, aquela que os outros pensam que somos, e aquela que verdadeiramente somos. Repare no que isso vai dar! E imagine o prejuízo que pode resultar, quando ficamos profundamente divididos e à deriva, sem alinhar essas três pessoas.

Você, assim como todos nós, possui uma autoimagem. Ela é quem você representa, para si. É ela que você imagina agindo e reagindo às situações do dia-a-dia. Embora atue na certeza de estar fazendo o melhor, nem sempre suas atitudes e comportamentos serão aprovadas pelos outros. Isso porque os outros enxergam uma imagem diferente dessa que você acredita ter. O problema é que quando muda o protagonista, muda a cena, o enredo, a história. E saiba que, para isso, não é preciso dizer uma palavra sequer! Transmitimos mensagens, queiramos ou não. Imagens diferentes, enredos diferentes!

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O dinheiro é bom!

O dinheiro é bom! Gastar com bons propósitos é apenas a primeira condição para fazer do dinheiro algo bom. Saber de onde vem e para onde vai o que circula em nossas mãos é crucial para que seja considerado, de fato, bom.

O dinheiro é bom! Nas mãos de empresários, pode criar empregos sólidos e dignos. Assim, serve às pessoas e, por decorrência, suas famílias. Permite, ainda, que se invista em projetos que promovam uma vida mais humana.

O dinheiro é bom quando a ele se atrela o serviço e a solidariedade. Assim, reveste-se de virtude e energia que se propagam quando ele circula.

O dinheiro é bom quando, via poupança, é destinado a investimentos que apoiam a arte e a cultura, a educação e a saúde, a justiça e a ecologia e tudo mais que contribui para construir uma humanidade. Não deve ser investido apenas no que rende mais dinheiro, mas no que rende mais vida. Valorizar o dinheiro pelo dinheiro é como correr atrás do rabo, sem chegar a nenhum lugar. Mas todo aquele que financia a vida é um dinheiro nobre.

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LUZ PARA REVELAR RIQUEZAS

Da guarita de estacionamento a um negócio que transforma a contabilidade em resultado, com criatividade e equilíbrio.

É possível gerar e interpretar balanços financeiros com criatividade e emoção? Para a Luz & Oliveira a resposta a essa questão é sempre positiva. Lá, a contabilidade vai além da razão: as contas, os cálculos, as guias, tudo é instrumento para contribuir com um mundo melhor, de forma criativa e surpreendente. Mas, é preciso crer que os números fazem sim a diferença na vida. Essa diferença é sentida nas riquezas geradas na própria Luz & Oliveira, que se traduz na média de 20% de crescimento/ano e nos cerca de 500 clientes, que são atendidos pela equipe formada por mais de 80 colaboradores.

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ENFRENTE RISCOS E SAIA DA ZONA DE CONFORTO!

Chamamos de zona de morta aquele espaço de vida em que estamos estagnados, alienados, naquele nem sei que não sei. Acomodados na santa ignorância. Aí não há aprendizado nem vida, apenas uma existência monótona. Mas a zona morta não é, ainda, a pior armadilha na qual se pode cair, distraidamente. Existe outra, bem mais perigosa e sorrateira: a zona de conforto. Sim, porque esta nos oferece algum tipo de prazer e de felicidade, ambos enganosos.

Apesar das sensações agradáveis, não é nesse espaço de vida que exercitamos nossos potenciais e onde seremos capazes da autorrealização. É na chamada zona de expansão ou zona de aprendizado que exercitamos as potencialidades, para trazer à luz nossos dons e talentos. Ocorre que, para migrarmos da zona de conforto para a zona de expansão ou de aprendizado existe uma ponte. E essa ponte chama-se risco.

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A EMPRESA DE CORPO, MENTE E ALMA

A empresa-objeto existe para ganhar dinheiro, apenas. A empresa-desnorteada existe para conquistar parcelas de mercado, apenas. A empresa-sensível quer uma boa equipe, apenas. A empresa-plena é contrária ao apenas. A empresa-plena quer tudo: ter lucros, um bom posicionamento mercadológico através de uma boa equipe.

A empresa-plena não é a empresa do apenas e essa é uma das suas diferenças com a maioria das empresas que por aí estão. Quer fazer a diferença. Para isso, busca o equilíbrio do corpo, da mente e da alma. Sabe que no desenvolvimento equilibrado desta tríade encontra-se o verdadeiro sucesso.
O equilíbrio na tríade do corpo, da mente e da alma caracteriza a empresa-plena. Ela não acontece naturalmente, necessita de gerenciamento. É comum, no entanto, os dirigentes de empresas colocarem tempo e esforço naquilo que a empresa já tem de sobra. Com isso, a empresa recebe uma overdose daquilo que ela menos precisa.

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Acerte sua bússola para o norte: o cliente!

Com frequência, ouço empresários e executivos reclamando das suas margens de lucro, lamentando que não correspondem mais ao que eram no passado. O problema é que continuam buscando o lucro onde ele não está e de forma errada. Insistem numa concepção ultrapassada de lucro. Presos às verdades do passado, não conseguem rearranjar seus negócios e produtos para que as empresas expandam seus resultados.

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PONTO CEGO: QUAL É O SEU?

Muitos não sabem, mas um dos maiores problemas enfrentados por grande parte das empresas é o ponto cego. Este termo, comumente utilizado pelo motorista de automóvel que, ainda que recorra aos espelhos retrovisores, não consegue enxergar o veículo que tenta ultrapassá-lo à sua direita ou à sua esquerda.

O exemplo pretende ilustrar o problema de comunicação que existe nos ambientes organizacionais. Tomemos a figura de um líder: o quanto ele sabe dos seus pontos fortes e fracos? Qual é o grau de conhecimento que possui sobre a sua postura de líder e a repercussão das suas decisões e ações? Será que ele conhece com profundidade as práticas que agradam ou desagradam seus liderados?

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DO QUE É FEITO O NOSSO TRABALHO?

Pressionados pelos resultados, muitas vezes esquecemos o processo. E quando a recompensa fica restrita somente aos resultados, o trabalho é UFA! – aquele que provoca um sentimento de alívio, não de alegria. A alegria, esta levíssima e agradável sensação, está no conjunto “resultado mais processo”. Só assim, em vez do UFA! surge o OBA!, ou seja, o trabalho se transforma em obra.

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APOSTE NA CONFIANÇA

Você já parou para pensar em como a falta de confiança pode trazer maus resultados para os negócios? Se está querendo obter melhores resultados (e quem não está?), fique de olho na maneira como você lida com as várias relações de confiança.

Antes, contudo, vale uma constatação. Em algumas palestras ou seminários, costumo lançar uma questão ao público: “você de fato confia nos seus funcionários ou confia desconfiando?” Nem precisaria dizer qual é a resposta mais escolhida: “confio desconfiando”.

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ENFRENTE RISCOS E SAIA DA ZONA DE CONFORTO!

Chamamos de zona de morta aquele espaço de vida em que estamos estagnados, alienados, naquele nem sei que não sei. Acomodados na santa ignorância. Aí não há aprendizado nem vida, apenas uma existência monótona. Mas a zona morta não é, ainda, a pior armadilha na qual se pode cair, distraidamente. Existe outra, bem mais perigosa e sorrateira: a zona de conforto. Sim, porque esta nos oferece algum tipo de prazer e de felicidade, ambos enganosos.

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