Categoria: Equipe

CRIE UMA EQUIPE VENCEDORA

Você gostaria de ter uma equipe de trabalho formada por vencedores? Penso que a resposta óbvia seja um assertivo sim. Vencedor lembra vitória, que lembra disputa, que lembra duelo, ou rixa, ou competição e todas essas palavras remetem a ganhadores e perdedores. Aí está o problema: muitos líderes estimulam a competição na crença de estar desenvolvendo uma equipe de vitoriosos. Mas não é isso o que geralmente ocorre.

Compare uma corrida de cavalos a uma maratona. Numa corrida de cavalos, somente alguns se classificam, os demais são “os demais”. Numa maratona, aqueles que conseguem chegar ao final são os vencedores e o propósito de cada um é melhorar a performance individual.

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EQUIPE DE ALTA PERFORMANCE – PARTE 2

Muitos estudos foram feitos na tentativa de descobrir o que as pessoas querem no trabalho. Quando o assunto é realização pessoal, Maslow é sempre lembrado. Afinal, é dele o termo autorrealização, para definir o estágio máximo que uma pessoa pode atingir no ambiente de trabalho. Nesse estágio, o indivíduo estará pleno, feliz e, portanto, na sua melhor condição de empenho e desempenho.

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EQUIPE DE ALTA PERFORMANCE – PARTE 1

Você tem ideia de quanto a sua empresa desperdiça de resultados todos os meses? Ao avaliá-los no final do mês, aposto que sempre fica aquele sentimento de que poderia ter sido melhor, considerando o tanto de esforço despendido. A mesma sensação aparece quando é analisado o desempenho da equipe, no confronto com o empenho individual de cada participante. Arrisco ir mais longe: cada um de nós guarda um sentimento íntimo de não estar rendendo tudo o que pode ou é capaz. Estou certo?

Se você está de acordo, podemos ir mais adiante, na seqüência do raciocínio: a alta performance não é uma questão de circunstância ou conjuntura favorável. Alta performance é o principal trabalho do líder, portanto, uma disciplina da liderança.

Desempenho organizacional é decorrente do desempenho humano. Algumas empresas se destacam por seus resultados eficientes advindos de equipes eficientes. Nada mais que isso. Para produzir alta performance, pessoas de alta performance são essenciais. Elas, quando juntas, constituem equipes de primeira linha.

Um breve exercício

Descreva três objetivos de desempenho que a sua empresa pretende atingir nos próximos três meses. Papel e caneta em mãos!

E aí? Sempre que lanço esse desafio aos líderes de empresas, na maioria das vezes os objetivos descritos não estão baseados em desempenho, mas em tarefas. Significa que descreve algo a ser feito e não a ser atingido. Talvez seja esse um dos motivos pelos quais a maioria dos líderes cria mais trabalho do que resultados em suas empresas. “Crescer a participação no mercado”, “ter uma equipe de alta performance”, “satisfazer o cliente nas suas necessidades” são objetivos baseados em tarefas, não em desempenho.

Sempre que definir um objetivo, indague: “como saberemos se fomos bem sucedidos?”.  Se não for possível averiguar, você está diante de um objetivo baseado em tarefas. Objetivos de desempenho definem os resultados almejados. São, portanto, mensuráveis e realizáveis. Está aí a primeira lição: alta performance não é uma questão de intenção, mas da clareza na definição dos objetivos de desempenho.

A química do desempenho

Pois bem! Se o desempenho da empresa é decorrência do desempenho humano, o líder precisa conhecer o que impulsiona ou restringe o desempenho humano. O desempenho humano, por sua vez, decorre das necessidades humanas. Em suma, um líder de uma equipe de alta performance é aquele que sabe alinhar desempenho organizacional com realização pessoal.

O desempenho humano é fruto da atuação do líder e da química que produz no ambiente de trabalho. Sua atuação pode impulsionar ou restringir o desempenho pessoal e organizacional. As empresas com equipes de alta performance possuem alguns fatores em comum: confiança, compromisso e foco, tanto nos resultados, quanto na realização dos colaboradores.

E aí está o principal segredo da química geradora da alta performance: buscar um equilíbrio dinâmico entre desempenho da empresa e realização dos funcionários. Mas, para isso, é necessário saber o que as pessoas buscam.

No próximo artigo, vamos desvendar o que está por trás do desempenho humano. Venha comigo!

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NÃO ADIANTA CHORAR PELO SORVETE DERRETIDO

Em uma tarde de verão, eu viajava rumo ao interior de São Paulo, acompanhado de um parceiro da empresa. Paramos para nos refrescar com um delicioso sorvete de frutas. Ao chegar à parada, no meio da estrada, notamos que o freezer do sorvete estava ao sol. Os sorvetes, por consequência, derretiam nos palitos.  Puxamos conversa com a atendente, buscando resolver a triste situação dos sorvetes. Infelizmente, todas as nossas sugestões de melhor acomodação do freezer foram acompanhadas por desanimadas e ressabiadas negativas. A moça tinha receio de desagradar ao gerente, caso o layout do ambiente fosse alterado. Meses depois, ao voltar à mesma parada, constatamos a mesma situação: sorvetes derretendo ao sol.

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ESCOLHA O MELHOR PODER

Se você almeja crescer na empresa em que trabalha, por qual poder optaria: posicional ou relacional?

Quem pensa em crescer na carreira ou no emprego, tem em mente galgar posições mais elevadas. Aposta, portanto, no poder posicional, aquele agraciado por um cargo, um título, uma posição hierárquica de relevo. Às vezes, inclui melhor remuneração e alguns privilégios. Trata-se de um poder institucional. Embora seja o mais cobiçado, jamais supera o relacional.

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CONQUISTE O PHD NOS RELACIONAMENTOS

“O inferno são os outros”, dizia o filósofo Jean-Paul Sartre. Mas o paraíso também, acrescento, pois nada somos sem os outros. O fato é que as relações – não os outros – podem ser infernos ou paraísos. E sobre relacionamentos temos uma vida inteira para aprender. Ainda assim teremos muita dificuldade para conquistar um PhD em tão delicada matéria.

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AFETO SIM, AFAGO NÃO

Questões emocionais e de relacionamento fazem parte da alma de uma empresa. Não podem ser ignoradas. E, delas, ninguém sai ileso. Mexem com o ânimo das pessoas e afetam diretamente a qualidade do trabalho. É preciso muito autocontrole e autodomínio para mantê-las afastadas das outras áreas da vida. E aí? Como lidar com esse universo de emoções, em uma empresa que, em geral, está pressionada por desafios do negócio, dos resultados, das exigências dos clientes?

É papel do líder elevar a alma da empresa. Essa é uma das atribuições que torna alguém digno da liderança. É algo que vai muito além da otimização dos recursos, prática bastante comum dos chefes. Pois bem, elevar a alma da empresa significa impulsionar o desejo das pessoas. Só um propósito é capaz disso.

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ABRA ESPAÇO PARA O DIÁLOGO.

Relacionamentos! Eis um dos maiores desafios da empresa que se pretende progressista, preparada para os novos tempos. Muitos líderes preferem escapar desse tema tanto errático quanto controverso, refugiando-se em programas um pouco mais amenos, com algum tipo de regularidade.

Sim! Pode-se regulamentar, padronizar e normatizar os processos por intermédio dos quais se elabora o trabalho, resultando nos produtos e serviços de uma empresa. Esse exercício é útil e necessário, mas não é essencial e determinante. Os processos e arranjos organizacionais sempre serão realizados por pessoas e, portanto, têm a ver com a relação entre elas. Então, não há saída: por mais que tentem, os líderes não conseguirão se livrar do difícil desafio de administrar os relacionamentos nos negócios.

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DESVENDANDO AS COMPETÊNCIAS SUBMERSAS

O principal trabalho do líder é conseguir os resultados. Penso que estamos de acordo quanto a isso. Mas será que os líderes sabem, de fato, o que faz mesmo o resultado?

Se, para o líder, resultado é apenas a diferença entre as entradas e as saídas, seu campo de ação é bem pequeno. Claro, pois se reduz a duas variáveis. Mas existe uma outra maneira de enxergar o mesmo e fundamental objetivo. Resultado pode e deve ser compreendido como a soma dos vários desempenhos individuais. Pensar dessa maneira muda o ponto de vista, antes centrado em uma simples equação financeira ou contábil, para a origem real do resultado: as pessoas.

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VEJA SE VOCÊ SE SUPEROU, MESMO!

Como saber se você se superou? Vamos lá, confira alguns sinais relevantes. Isso acontece sempre que faz as coisas por si, sem necessidade de estímulos externos. Quando não necessita de peixes tóxicos para se interessar por algo ou alguém. Quando é capaz de trocar a motivação resultante de impulsos externos pelo entusiasmo derivado de impulsos internos.

Você se supera, também, quando vive tanto a sua autonomia, como a liberdade. Quando se sente não apenas livre de, que já representa um grande avanço, mas principalmente livre para, uma clara evidência de que caminha orientado por um farol lá na frente, o seu propósito.

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