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VOCÊ VAI PRECISAR DE UM GPS

Tente imaginar o mundo e o mercado daqui cinco ou dez anos. Você espera um ambiente mais tranquilo, com menos entropia, confusões e tumultos? Pense nos efeitos da tecnologia na última década. Agora, projete-os para frente. Consegue imaginar o que poderá acontecer?

Você não sabe, eu não sei, tal como ninguém, nem mesmo os melhores futurólogos. Mas uma coisa é certa: cada vez mais vamos precisar de um GPS que nos conduza ou ao menos nos impeça de perder de vista o Norte.

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Um exercício de Discernimento

Sabe o que nos maltrata demais? A nossa leitura da realidade, sempre parcial, incompleta, tendenciosa, equivocada. A coisa se agrava quando criamos um enredo ficcional que acreditamos ser a própria realidade, mas que só existe em nossa percepção. E piora sobremaneira quando escolhemos remoer mágoas imaginárias, como quem vive cutucando uma ferida, impedindo-a de sarar. É nessa hora que o discernimento torna-se imprescindível.

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PREÇO VERSUS VALOR.

Se você acredita nisso, está certo. O cliente quer preço acima de tudo. Principalmente se vê no produto um punhado de matérias-primas transformadas. O preço é quanto o cliente julga que vale a manufatura. O objetivo, quando essa é a estratégia, é ressarcir-se dos custos (matérias-primas, mão-de-obra direta, custos indiretos de fabricação) e obter algum lucro.

Não é à toa que muitas vezes você fica contrariado. Tudo o que o cliente parece querer é diminuir ao máximo a sua margem de lucro, para que ele consiga o preço mais baixo. Afinal, é quanto ele julga que vale a sua manufatura! Em algumas situações, é possível que o cliente também queira que fiquem por sua conta alguns custos que você pretende repassar. Aí então, você se sente lesado, afinal se continuar nessa toada vai ficar sem margem, talvez trabalhando a preço de custo. Ou, pior! Abaixo do custo. Mas lembre-se mais uma vez: é esse o valor que o cliente atribui à sua manufatura.

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OS ERROS QUE TODOS OS EMPREENDEDORES COMETEM

Difícil é aceitar mas todos sabemos que o fracasso é um mestre maior do que o sucesso. Não gostamos da palavra e tememos por ela. Fracasso é tudo o que não queremos quando pensamos em empreender um novo negócio. Esse é um dos motivos pelos quais as pessoas ousam tão pouco e preferem se repetir a cada dia. No entanto, “você erra 100% dos chutes que você não dá” e não existe empreendimento sem risco.

É claro que algumas coisas podem ser feitas para minimizar os riscos e uma delas é aprender com os erros dos outros. Existem alguns erros que são muito comuns e muitos empreendedores impetuosos insistem em cometê-los. Vamos lá:

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DESVENDANDO AS COMPETÊNCIAS SUBMERSAS

O principal trabalho do líder é conseguir os resultados. Penso que estamos de acordo quanto a isso. Mas será que os líderes sabem, de fato, o que faz mesmo o resultado?

Se, para o líder, resultado é apenas a diferença entre as entradas e as saídas, seu campo de ação é bem pequeno. Claro, pois se reduz a duas variáveis. Mas existe uma outra maneira de enxergar o mesmo e fundamental objetivo. Resultado pode e deve ser compreendido como a soma dos vários desempenhos individuais. Pensar dessa maneira muda o ponto de vista, antes centrado em uma simples equação financeira ou contábil, para a origem real do resultado: as pessoas.

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EM BUSCA DA INOVAÇÃO

Inovação! Está aí uma palavra que é unanimidade. Nos discursos inflamados dos dirigentes de empresas, todos enaltecem a inovação como uma condição para a prosperidade.

Primeiramente é preciso compreender que a inovação não se restringe apenas à produção de ideias. É o resultado final de um processo que culmina em um novo produto ou serviço, uma nova forma de vender ou comprar, novos procedimentos industriais ou administrativos etc.

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A FÓRMULA INFALÍVEL PARA O INSUCESSO

Ser empresa única é nadar contra a maré. Nadar com a maré é escolher o lugar comum. É o que a maioria faz. Mais um folder da nova pizzaria do bairro deixado no vão do portão, mais um folheto do novo empreendimento imobiliário entregue na janela do carro parado no semáforo, mais uma escola de inglês anunciando aprendizado completo em dezoito meses e assim por diante. Essa é a maré. Todos prometem e fazem as mesmas coisas. Nadar contra a maré é fazer diferente!

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TRANSFORME AUTORIDADE EM AUTONOMIA

Fiz a distinção entre poder e autoridade, em artigo recente. Retorno ao tema e o farei várias vezes, dada sua importância, pois é um assunto que dá muito pano para manga. Basta constatar que, no mundo de hoje, o que existe de mais raro são líderes de verdade. E não apenas nas empresas, mas em todos os tipos de instituições, como famílias, escolas, igrejas e estado.

O exercício da liderança inclui poder, é fato. Mas os melhores líderes são tímidos diante do poder. Usam-no com moderação. Por outro lado, também não se acanham diante de sua própria autoridade. Tratam de exercê-la.

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A GESTÃO DO AGORA.

Aprendemos que é papel do líder cuidar do futuro, pois é lá que a empresa vai passar a maior parte da sua vida. Disso, ninguém tem dúvidas. Enquanto a tripulação está no convés resolvendo os problemas imediatos, o líder está na gávea, olhando para o horizonte e avistando oportunidades e ameaças. Esse é o papel estrategista da liderança: preparar o futuro. Mas existe a gestão do agora – mais imprescindível e importante que a gestão estratégica. É onde se localiza a principal atribuição do líder consciencioso. Ela é determinante, qualquer que seja o futuro.

A gestão do agora lida com as questões que se apresentam neste mesmo instante. No tempo presente. Nada tem a ver com propósitos e resultados futuros. Trata-se de atuar sobre o que está acontecendo aqui e agora. Refere-se à maneira como o líder vive o dia de hoje.

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DO DESEJO AO EMPREENDIMENTO.

Quando olhamos uma empresa, ativa e líder de mercado com seus produtos e serviços, pouco ou nada sabemos da história que a levou até esse ponto.

Tudo começa com um desejo; do desejo à vontade; da vontade à idéia. Nesta gênese está o DNA que determina a prosperidade e a longevidade do negócio ou a sua vida curta e fracasso. É porque existem categorias diferentes de desejos: (1) da sobrevivência e busca de meio de vida; (2) de prosperar e constituir riqueza; (3) de fazer alguma diferença; (4) de contar uma história que dê sentimento de orgulho; (5) de resolver um problema e oferecer uma contribuição importante para a sociedade.

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