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Acerte sua bússola para o norte: o cliente!

Com frequência, ouço empresários e executivos reclamando das suas margens de lucro, lamentando que não correspondem mais ao que eram no passado. O problema é que continuam buscando o lucro onde ele não está e de forma errada. Insistem numa concepção ultrapassada de lucro. Presos às verdades do passado, não conseguem rearranjar seus negócios e produtos para que as empresas expandam seus resultados.

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Ponto cego: Qual é o seu?

Muitos não sabem, mas um dos maiores problemas enfrentados por grande parte das empresas é o ponto cego. Este termo, comumente utilizado pelo motorista de automóvel que, ainda que recorra aos espelhos retrovisores, não consegue enxergar o veículo que tenta ultrapassá-lo à sua direita ou à sua esquerda.

O exemplo pretende ilustrar o problema de comunicação que existe nos ambientes organizacionais. Tomemos a figura de um líder: o quanto ele sabe dos seus pontos fortes e fracos? Qual é o grau de conhecimento que possui sobre a sua postura de líder e a repercussão das suas decisões e ações? Será que ele conhece com profundidade as práticas que agradam ou desagradam seus liderados?

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Do que é feito o nosso trabalho?

Pressionados pelos resultados, muitas vezes esquecemos o processo. E quando a recompensa fica restrita somente aos resultados, o trabalho é UFA! – aquele que provoca um sentimento de alívio, não de alegria. A alegria, esta levíssima e agradável sensação, está no conjunto “resultado mais processo”. Só assim, em vez do UFA! surge o OBA!, ou seja, o trabalho se transforma em obra.

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Aposte na confiança

Você já parou para pensar em como a falta de confiança pode trazer maus resultados para os negócios? Se está querendo obter melhores resultados (e quem não está?), fique de olho na maneira como você lida com as várias relações de confiança.

Antes, contudo, vale uma constatação. Em algumas palestras ou seminários, costumo lançar uma questão ao público: “você de fato confia nos seus funcionários ou confia desconfiando?” Nem precisaria dizer qual é a resposta mais escolhida: “confio desconfiando”.

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Enfrente riscos e saia da zona de conforto!

Chamamos de zona de morta aquele espaço de vida em que estamos estagnados, alienados, naquele nem sei que não sei. Acomodados na santa ignorância. Aí não há aprendizado nem vida, apenas uma existência monótona. Mas a zona morta não é, ainda, a pior armadilha na qual se pode cair, distraidamente. Existe outra, bem mais perigosa e sorrateira: a zona de conforto. Sim, porque esta nos oferece algum tipo de prazer e de felicidade, ambos enganosos.

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Para onde vamos agora e o que vem a seguir?

São duas perguntinhas cruciais e que remetem a uma busca de propósito. E agora, José? Às vezes, e não poucas, o que falta mesmo é um bom propósito. Seja a pessoa um empregado, um empregador, um estudante, a gravata sufocante pode ser justamente a ausência de propósito.

É bom não confundir propósito com objetivos e metas ou ainda com coisas a fazer. Encontrar-se em constante estado de excesso de ocupações pode ser algo decorrente de falta de propósito. Muito trabalho e baixo compromisso emocional é, na certa, pura ausência de propósito.

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Tempo é dinheiro!

Esse dito integra o fadário do mundo dos negócios. Sugere, e até enfatiza, que não há tempo a perder. Perder tempo é também perder dinheiro. Então, para quem pensa negócios e lucros, o tempo é uma variável fundamental nessa equação.

Quando transferimos o velho dito dos negócios para a vida pessoal, entretanto, a máxima pode se transformar em uma falácia. Pois se tempo é dinheiro, tudo o que se faz com o tempo, principalmente nas atividades de lazer, pode receber uma precificação negativa. E alterar o grau de bem-viver entre aqueles que têm mais dinheiro e os têm menos. Em suma e surpreendentemente: quem tem menos dinheiro pode ser mais feliz!

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Seu negócio é cosmético ou estético?

Você já parou para pensar se o seu negócio é mais cosmético ou mais estético? Assim, de relance, ambas as alternativas parecem semelhantes. Mas com um olhar mais aguçado, nota-se uma diferença profunda entre uma e outra. E essa diferença vai construir uma história mais ou menos promissora.

Entenda por negócios cosméticos aqueles que agradam o cliente, em um passar de vista. Aliás, esse é o efeito dos cosméticos, que tratam da higiene ou do embelezamento físico. Mas, quando o cliente se aprofunda, vai perceber que a coisa é provisória e não se sustenta como beleza, algo que – para ser consistente – depende da estética. Entenda por estética a harmonia que produz a verdadeira beleza.

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Deixe de viver no mundo da ilusão

Vi que você torceu o nariz quando eu disse que não acreditava em planejamento estratégico. Sei que não é fácil quebrar ícones que vigoram há décadas no mundo empresarial, endossados pela ciência da administração e por alguns empresários considerados bem-sucedidos.

Constate, a partir de sua própria experiência. Tem funcionado em sua empresa?

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Sempre existem vagas para os devotos

Muitas vezes, queremos resolver o problema do destino da nossa embarcação, da velocidade com que ela deve se movimentar, dos mapas de navegação que indicam por onde seguir, porém nada é mais importante do que a tripulação. Claro que estou usando uma metáfora: a embarcação é a empresa, o destino é a estratégia, os mapas de navegação são os controles apoiados pela tecnologia, mas acima de tudo o que conta, mesmo, são as pessoas. Mas, atenção: não se trata de qualquer pessoa.

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